28 de jan de 2011

Para cada Egito, existe um Moisés

Mohamed ElBaradei, o homem do prêmio Nobel da Paz, deixa Viena as pressas e retorna ao Cairo. Sua presença acalora ainda mais os ânimos egípcios que já sentem a leve brisa livre da verve abusiva.
 Todo o oriente médio é um complexo sócio-cultural que remonta o passado do Homem e resiste com toda a sua imponência, revelando suas belezas e cruezas.
Esta semana apagaram as luzes do Egito e isso não precede algo bom.

Que cada Moisés que se levantar, seja mulçumano ou não, seja homem ou mulher, faça o mar se abrir com o poder da determinação e resiliência.

Nesta história, o Egito é uma potestade de Estado e os egípcios são os clementes que lutam e derramam seus sangues neste momento.

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